OMISSÃO FISCAL E TENSÃO ELEITORAL – MC 22/10/26
Por Anderson Nunes – Analista Político
GUERRA DOS SIGILOS E PELOS INDECISOS
A campanha atinge seu ápice com a abertura de sigilos bancários virando arma política enquanto a pesquisa Quaest aponta 45% para Flávio Bolsonaro e 44% para Lula. O expressivo aumento de eleitores indecisos reflete o clima de incerteza nacional.
BOMBA PREVIDENCIÁRIA IGNORADA
Ambos os presidenciáveis fogem do debate sobre o crescente déficit da Previdência Social e preferem focar na promessa de reajustes reais do salário mínimo. Essa omissão ameaça o equilíbrio das contas públicas e sinaliza uma deterioração fiscal severa para o próximo mandato.
NOVA RODADA DE PERDÃO DE DÍVIDAS
A equipe econômica prepara a terceira fase do programa Desenrola com a intenção de comprar até 90 bilhões de reais em dívidas de pessoas físicas e microempreendedores. A medida injeta um alívio imediato no consumo, mas especialistas alertam que a manobra falha em resolver a raiz estrutural do alto endividamento brasileiro.
REVÉS BILIONÁRIO NO SUPREMO
O Supremo Tribunal Federal decidiu excluir o imposto municipal sobre serviços (ISS) da base de cálculo de contribuições federais. A derrota judicial custará aos cofres da União mais de R$ 35 bilhões de reais e dificulta severamente o cumprimento da meta de arrecadação do governo.
WHATSAPP NA MIRA DA JUSTIÇA
Ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) debatem bloquear canais de mensagens com mais de 200 mil usuários nas vésperas da votação. Especialistas do setor jurídico classificam a proposta como inconstitucional por ferir a liberdade de expressão no ambiente digital.
TENSÃO NO ORIENTE MÉDIO
Os Estados Unidos iniciaram a retirada silenciosa de diplomatas e militares de bases no Oriente Médio após novos ataques a petroleiros próximos ao Iraque e Omã. A movimentação defensiva ocorre em meio a ameaças do Irã de ampliar seus alvos, mantendo os preços internacionais do petróleo sob extrema vigilância.
RADAR CORPORATIVO
- O risco de quebra de contratos assombra as concessionárias de infraestrutura após governadores eleitos questionarem judicialmente a cobrança de pedágios estaduais.
- O Tribunal de Contas da União estipulou 240 dias para o governo definir a viabilidade das obras da usina Angra 3 e estancar os prejuízos bilionários da estatal responsável.
- O Banco de Brasília sofre derrota após a Advocacia Geral da União recusar o papel de fiadora em um empréstimo emergencial destinado a cobrir rombos financeiros de gestões passadas.
- A Raízen estruturou uma proposta de aumento de capital privado de pelo menos R$ 3,5 bilhões para auxiliar em seu plano de recuperação extrajudicial.
- A Braskem confirmou um pedido de recuperação judicial involuntário movido por credores internacionais contra a sua subsidiária financeira nos Estados Unidos.
- A Suzano passará a separar os resultados de bens de consumo do segmento tradicional de papel e embalagem a partir do atual trimestre.
- A gestora Vinci comprou a Austral Resseguros por R$ 336 milhões com o objetivo estratégico de criar uma plataforma de capital permanente.
O Canal Auxiliando usa as seguintes fontes de notícias: ‘Monitor do Mercado, BDM, Broadcast, Valor Econômico, Folha de São Paulo, Estadão, O Globo, BM&C, B3, Revista Oeste, Poder 360, Money Times, Agência CMA, Agência Brasil, Bloomberg, Infomoney, CNN, The Washington Post, The Wall Street Journal, Fox Business, Reuters, Oil Price, Investing e Yahoo Finance’.





