Bom dia! Seguem as notícias e análises macro. Desejo a todos um ótimo dia e ótimos negócios.
1- Bolsas americanas
S&P subiu 1,65% e Nasdaq 3,07% ontem. O Dow Jones fechou ontem em patamar recorde, perto dos 52.000 pontos. A SpaceX subiu ontem pelo segundo dia seguido e acumula mais de 40% de alta desde o IPO.
Futuros de NY em leve alta. Destaque para SpaceX, que sobe mais de 10% no pré-mercado e ultrapassa mais de 50% de alta em apenas três dias de sua abertura de capital. Assim, é provável que a SpaceX ultrapasse hoje a Amazon em valor de mercado.

2- Treasuries e juros globais
Juros das Treasuries estáveis e são negociados a 4,44%.
O foco dos investidores será a coletiva de imprensa de Kevin Warsh amanhã, que deverá comentar sobre a decisão do FOMC (manutenção dos juros) e as novas projeções dos membros do Fed, inclusive a sua, sobre inflação e atividade econômica.
Sem surpresas, o BoJ subiu os juros para 1%, maior taxa de juros desde 1995. Mesmo com esta alta de juros e forte redução das apostas de alta de juros pelo Fed, a moeda japonesa segue muito desvalorizada. O BC japonês segue mais preocupado com a inflação acima da meta do que com eventual enfraquecimento da atividade econômica.
Na Austrália, o RBA manteve o juro estável, como previsto. E, mais tarde, o BC do Chile decidirá sobre taxa de juros, que deverá seguir estável. Nesta semana, o BoE também se reunirá e espera-se a manutenção dos juros no Reino Unido.
3- Juros futuros
Juros futuros caíram ontem com queda do petróleo e do dólar. DI-2027 fechou a 14,24% e DI-2031 a 14,24%. Juro real da NTN-B 2035 fechou a 7,76%. A curva de juros agora projeta chance de corte de juros este ano e praticamente retirou as chances de alta de juros para 2028.
As opções do Copom para a próxima reunião indicam que há 20% de chances de manutenção dos juros (minha aposta) e 80% de chances de corte de 0,25%. Assim, independente da opinião deste analista, o Copom deve seguir a indicação do mercado e cortar os juros em 0,25% e pausar o ciclo de ajuste monetário.
Chamamos atenção para a forte queda das commodities agrícolas, que podem trazer alívio para a inflação, sobretudo alimentos, mais para frente.






